DPI - Diagnóstico Pré-Implantacional

DPI

O que é e como funciona?

 

O Diagnóstico Pré-Implantacional, também conhecido pela sigla DPI, é uma etapa muito importante dos procedimentos de fertilização in vitro. Porém, embora seja muito comum na área da saúde, ainda é um conceito que causa dúvidas em muitas mulheres que passam por esse tipo de tratamento.

 

Entender o que é e como funciona cada etapa da reprodução assistida é muito importante não apenas para que você possa escolher o que é melhor para a sua saúde, mas também para que este momento se torne mais especial para você. Afinal, estamos falando da gestação de uma nova vida e o momento deve ser o mais incrível possível para a futura mamãe.

 

Logo, é preciso entender como funciona a fertilização in vitro e como funciona o DPI para que você se sinta mais segura durante a sua realização.

 

O que é DPI (Diagnóstico Pré-Implantacional)?

 

O Diagnóstico Pré-Implantacional é realizado a partir de uma biópsia do embrião em geral no seu quinto ou sexto dia de vida no laboratório. As células do embrião obtidas por biópsia são enviadas para avaliação por técnicas de Biologia Molecular (CGH ou NGS) para pesquisa de alterações genéticas (cromossômicas ou genicas). Essa avaliação pode aumentar as chances de gravidez por embrião transferido e reduzir as chances de aborto.

 

Quando é preciso fazer o Diagnóstico Pré-Implantacional?

 

A biópsia embrionária é muito importante para os tratamentos in vitro, porém nem sempre ele é solicitado. Geralmente, o exame é recomendado nos seguintes casos:

 

Idade avançada: mulheres com idades acima de 38 anos têm mais chances de desenvolver embriões com má formação. Além disso, as chances de aborto espontâneo são maiores, por isso a solicitação do DPI se torna imprescindível;

 

Filhos anteriores com cromossomopatias: caso a mulher em questão tenha filhos anteriores com cromossomopatias, como a síndrome de Down ou síndrome de Turner, o embrião também deve ser avaliado;

 

Doenças genéticas familiares: o histórico familiar também pode impactar na reprodução assistida. Por isso, caso a mãe ou o pai tenham doenças familiares em seu histórico, é importante fazer o teste para ver se o embrião carrega o gene portador;

 

Cariótipo alterado: para que você entenda melhor esse caso, é preciso saber que um cariótipo normal é composto por 22 pares de cromossomos autônomos e um par de cromossomos sexuais. Sendo assim, anomalias podem envolver um ou mais cromossomos, apresentando alterações numéricas ou estruturais.

 

Elas são resultantes da quebra ou até mesmo da recombinação destes cromossomos. O cariótipo alterado pode gerar abortos espontâneos, tornando necessária a realização da biópsia embrionária.

 

Agora que você já conhece melhor o DPI, vamos falar um pouquinho sobre como funciona a fertilização in vitro e o que acontece antes e depois da biópsia.

 

O que é fertilização in vitro?

 

Popularmente conhecido pela sigla FIV, o procedimento consiste no processo de fecundação, ou seja, o encontro do óvulo com o espermatozoide. Porém, ao contrário de como acontece na gravidez natural, em que a fecundação acontece na trompa uterina da paciente, a fertilização in vitro acontece em laboratório. Para isso, pode ser realizada a FIV clássica ou o método de ICSI (Injeção Intracitoplasmática do Espermatozoide).

 

A primeira etapa do processo de FIV é a estimulação da ovulação por meio de medicamentos injetáveis. Depois que os folículos chegam ao tamanho adequado, é feita a coleta dos óvulos. Os óvulos serão posicionados junto aos espermatozoides em uma placa (FIV CLÁSSICA) ou serão submetidos à injeção de um espermatozoide com auxílio de uma microagulha (ICSI) para favorecer a fecundação. Os embriões resultantes desse processo, em geral após 5 ou 6 dias de cultivo no laboratório, chegam ao estágio em que, quando indicado, serão submetidos à biópsia para obtenção das células para o Diagnóstico genético pré-implantacional.

 

Os embriões geneticamente normais serão então transferidos para o útero da mulher. Então, espera-se o período de 10 a 12 dias para realizar um teste de gravidez.

 

Agora que você já sabe mais sobre o que é o Diagnóstico Pré-Implantacional, chegou a hora de agendar a sua consulta para saber mais sobre quais são as melhores opções para você começar a construir sua família. Boa sorte!

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